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Arquivo: Setembro 2007

UM SÃO E OUTRO SÃO…

saotome 18/09/2007 @ 13:52

Porque não fuSÃO?...

AMIGOS:
Conheço dois seres que SÃO,
Um modelo puro d’afeiÇÃO,
Que tentam breve aproximaÇÃO,
Isto pra não dizer, sua misSÃO,
Não é não, amigos, ficÇÃO,
Seu sentimento, já tem braSÃO,
No ar, anda do amor a canÇÃO,
Talvez ainda não viram a NOÇÃO,
Mas já vibra certa com tenSÃO,
Faço votos que breve a priSÃO,
Do entendimento tenha presSÃO,
Desta matéria tenho viSÃO,
Há entre ambos muita atracÇÃO,
Não se deve perder um afecto SÃO,
É esta a humana e certa a ambiÇÃO
Mesmo sem ver na idade a confuSÃO
Meus amigos tenho impresSÃO,
Que é SÃO, do amor a exploSÃO
Unam sim, a vossa compreenSÃO,
A vida merece essa direcÇÃO
Apoio, sem duvida essa conjugaÇÃO,
Um sentimento assim tão SÃO,
De mim, têm toda aprovaÇÃO
O Inverno é SÃO, com seduÇÃO,
Não digam não a sentimento tão SÃO:

Nelson Fontes Carvalho
Belverde
IX==MMVII

Estarei nesse Desaguar

saotome 17/09/2007 @ 02:27

São...
Hoje mesmo... Estarei nesse desaguar...
Cuja promoção será "Fiel" ... Exaltando este nosso Poema!
Assim refeito e nascido de uma excelsa amizade...
Assumidos como amigos inseparáveis!
Com pureza de sua amizade foi o seu crescimento
Desaguando o seu Amor, no perfeito entendimento
Mar com ondular perfeito, horizonte de felicidade
Percorrem uma nova vida, abraçando a fidelidade.
São...
Dois corações que declamam na bonança desse Mar.
Urge nascidos um para o outro, versando o seu amar.
Um coração que se diz São...fora nascido em Portugal
Fez rejuvenescer outro coração... Do seu amigo Pinhal

Pinhal Dias – Agosto 2007

Eu Serei o Teu Mar

saotome 17/09/2007 @ 02:25

Solta esse grito lacerante que te sufoca
Esse grito que tu prendes em cada nova alvorada
Deixa que ele se liberte do teu peito, sem teres medo
E se debata com os teus sonhos para não naufragar...
Mas vem que eu serei o teu profundo Mar
Vem soltar nele esse grito, sem segredo
Libertares essas penas de gaivota ferida
Renasceres para um novo mundo,
Para uma nova vida.
Vem desaguar em mim...
Que eu serei o teu Mar profundo.

S.Tomé - Agosto 2007

Q u e F a ç o E u D e p o i s ?

saotome 04/09/2007 @ 13:29

Depois de tanto que já foi cantado,
Depois de tanto que já foi escrito,
Depois de tanto que já foi dito,
Em verso e em prosa,
Através dos séculos, através dos milénios,
Depois de tantos apelos:
Ao amor, á paz, á liberdade, á beleza,
Á preservação da natureza,
Á solidariedade,
Depois de se bradar tanta repulsa
Contra as guerras, contra a fome,
Contra a dor, contra a falta de amor,
Contra a insensibilidade,
Nem mesmo assim tudo isto junto,
Chegou para o rumo do mundo mudar,
E para fazer com que o bem,
Vencesse tanto mal,
Para travar o avanço dos Senhores da guerra
E da destruição,
Para se construir um mundo novo
A que todos igualmente temos direito!
Então o que faço eu para impedir isto? …
Interroguem-se também todos vós! …

São Tomé