Alijó, princesa de Trás-os-Montes,
Erigida no sopé duma colina,
Tem ar travesso de eterna menina,
Sacia a sede na frescura das fontes.
Tesouros tem, gravados no granito
Nas fachadas das mansões, na sua traça,
Que extasiam os olhos de quem passa
Conferem-lhe um perfil robusto e bonito.
Herança deixada por remotas eras
Bordado a ouro pelas ninfas celtiberas
É o manto verde das vinhas, seu dossel.
Com plátanos centenários adornada
E por todos os seus filhos adorada.
Tem mais fama o seu vinho moscatel.
São Tomé





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