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Nossos Parabéns ao Amigo "Caramujo" (Acróstico)

saotome — 11-10-2007 GTM 1 @ 11:12

Caramujo é um coração sensível e comovente …

António é um verdadeiro amigo e altruísta.

Regista hoje uma efeméride de 60 primaveras

Amizade que lhe assiste fluente no seu "SER"

Muito devotado à sua família!

Urge na dianteira, com afável carinho partilhado…

José foi um ungido pela luz da árvore da Vida.

Os louvores são merecidos...a quem venceu o indizível !

São Tomé e Pinhal Dias
09/10/07

UM SÃO E OUTRO SÃO…

saotome — 18-09-2007 GTM 1 @ 13:52

Porque não fuSÃO?...

AMIGOS:
Conheço dois seres que SÃO,
Um modelo puro d’afeiÇÃO,
Que tentam breve aproximaÇÃO,
Isto pra não dizer, sua misSÃO,
Não é não, amigos, ficÇÃO,
Seu sentimento, já tem braSÃO,
No ar, anda do amor a canÇÃO,
Talvez ainda não viram a NOÇÃO,
Mas já vibra certa com tenSÃO,
Faço votos que breve a priSÃO,
Do entendimento tenha presSÃO,
Desta matéria tenho viSÃO,
Há entre ambos muita atracÇÃO,
Não se deve perder um afecto SÃO,
É esta a humana e certa a ambiÇÃO
Mesmo sem ver na idade a confuSÃO
Meus amigos tenho impresSÃO,
Que é SÃO, do amor a exploSÃO
Unam sim, a vossa compreenSÃO,
A vida merece essa direcÇÃO
Apoio, sem duvida essa conjugaÇÃO,
Um sentimento assim tão SÃO,
De mim, têm toda aprovaÇÃO
O Inverno é SÃO, com seduÇÃO,
Não digam não a sentimento tão SÃO:

Nelson Fontes Carvalho
Belverde
IX==MMVII

Estarei nesse Desaguar

saotome — 17-09-2007 GTM 1 @ 02:27

São...
Hoje mesmo... Estarei nesse desaguar...
Cuja promoção será "Fiel" ... Exaltando este nosso Poema!
Assim refeito e nascido de uma excelsa amizade...
Assumidos como amigos inseparáveis!
Com pureza de sua amizade foi o seu crescimento
Desaguando o seu Amor, no perfeito entendimento
Mar com ondular perfeito, horizonte de felicidade
Percorrem uma nova vida, abraçando a fidelidade.
São...
Dois corações que declamam na bonança desse Mar.
Urge nascidos um para o outro, versando o seu amar.
Um coração que se diz São...fora nascido em Portugal
Fez rejuvenescer outro coração... Do seu amigo Pinhal

Pinhal Dias – Agosto 2007

Eu Serei o Teu Mar

saotome — 17-09-2007 GTM 1 @ 02:25

Solta esse grito lacerante que te sufoca
Esse grito que tu prendes em cada nova alvorada
Deixa que ele se liberte do teu peito, sem teres medo
E se debata com os teus sonhos para não naufragar...
Mas vem que eu serei o teu profundo Mar
Vem soltar nele esse grito, sem segredo
Libertares essas penas de gaivota ferida
Renasceres para um novo mundo,
Para uma nova vida.
Vem desaguar em mim...
Que eu serei o teu Mar profundo.

S.Tomé - Agosto 2007

Q u e F a ç o E u D e p o i s ?

saotome — 04-09-2007 GTM 1 @ 13:29

Depois de tanto que já foi cantado,
Depois de tanto que já foi escrito,
Depois de tanto que já foi dito,
Em verso e em prosa,
Através dos séculos, através dos milénios,
Depois de tantos apelos:
Ao amor, á paz, á liberdade, á beleza,
Á preservação da natureza,
Á solidariedade,
Depois de se bradar tanta repulsa
Contra as guerras, contra a fome,
Contra a dor, contra a falta de amor,
Contra a insensibilidade,
Nem mesmo assim tudo isto junto,
Chegou para o rumo do mundo mudar,
E para fazer com que o bem,
Vencesse tanto mal,
Para travar o avanço dos Senhores da guerra
E da destruição,
Para se construir um mundo novo
A que todos igualmente temos direito!
Então o que faço eu para impedir isto? …
Interroguem-se também todos vós! …

São Tomé

De Portugal a São Tomé

saotome — 20-08-2007 GTM 1 @ 15:00

Apraz-me a exaltação...em elo dedicado!
Pelo seu desempenho...esforço merecido
É um "Ser" que prova ser como é
Tem o seu excelso saber!...
O seu alcance é aprofundado…
Vive num mundo que lhe é prometido.
O seu Mar é a Musa que a conduz!
Sente a natureza de seus pinheiros,
Em seu Pinhal, fervilha um cheiro que seduz,
É luzente como as estrelas no firmamento,
Que enche seu coração, posicionando a sua fé,
Sempre "Mulher" e minha inseparável amiga...
Valorizo e bem digo o seu nome...
De Portugal a São Tomé.

Pinhal Dias - Amora - Portugal
19/8/07

UM NOME, COM RENOME.

saotome — 20-08-2007 GTM 1 @ 13:51

(À POETISA S. TOMÉ.)

Pseudónimo S. TOMÉ,
Ou seja, poetisa, santa;
Pra mim o que ela é,
Ter poesia qu’encanta!
(1)
AMIGOS:
S. TOMÉ apresentação devida não precisa;
O Mensageiro ufana-se tê-la entre nós,
Sua poesia sentimental é, gostosa voz
Que define, claramente esta poetisa!

Qu’ espalha seus poemas perfumados pós,
Nas entranhas, estrofes que são sua divisa,
Quem a Lê, sente em si, uma calmante brisa,
De poesia que sentimos, não estamos sós!...

Parabéns, Senhora, aqui deixo meus parabéns,
Não é pra qualquer um que dedilha estes bens,
Versejar assim, ver que o amor anda ao pé…

…Em todos momentos que se lança a compor,
Porque se vê, sente cada verso encontra amor,
Ou seja, o lado admirável do nossa S. TOMÉ!...
(2)
É com todo prazer que lhe presto este preito,
A esta ilustre poetisa com tanto talento,
É voar, pairar, no seu poético pensamento,
Quem lê seus trabalhos fica logo satisfeito!

Quem gosta de poesia, leia com sentimento,
Pode constatar justo, seu maravilhoso jeito,
De poetar recheado do que gostamos eleito,
Que nos toca no coração com fundo alento!

É pena que apareça pouco no Mensageiro,
Porque é a mais linda flor do nosso canteiro,
Cada poema seu, define bem quem ela é…

…No mundo da poesia é, distinta figura,
Que lhe presto homenagem em qualquer altura,
Ser nome, esta senhora como a nossa S. TOMÉ!
Nelson fontes Carvalho
Belverde / VIII / MMVII

Voo da Águia Sonhadora

saotome — 13-08-2007 GTM 1 @ 11:42

Águia cansada, que vais voando;
De sonho em sonho,
Á procura de um abrigo…
Deixa de viver sempre sonhando.
Procura o repouso nessa ventura
Que é um abraço amigo
E que anda mais perto do chão…
Em vez das asas, abre o teu coração!...

São Tomé – Agosto/2007

CABELOS NEGROS

saotome — 13-08-2007 GTM 1 @ 11:39

Cabelos negros ondeantes como calmas marés,
Moldura perfeita de um rosto angelical,
Realçando a brancura de uma tez
E a verdura de um intenso e meigo olhar.
Quando soltos ao vento, em frenético desalinho,
Lembravam aves precursoras á procura do seu ninho.
Como a noite sem luar, em longa cascata caídos,
Como um manto a tapar os ombros adormecidos.
Mas o inexorável tempo tudo levou sem compaixão…
Agora, em vez de negros, já são brancos;
Perderam o brilho e a cor, ficaram sem os encantos,
E lá vão caindo como folhas mortas, soltas pelo chão,
Testemunho de quem foi jovem e formosa e hoje, já não!...

São Tomé – Agosto/2007