Morada dos Ventos
Subi até à morada dos Ventos
Entre montanhas e desfiladeiros
Seguindo pelos montes altaneiros
Á procura de resquícios doutros tempos.
Meus olhos deambularam pelo horizonte
Sobre a linha indefinida de cada monte.
E dessas alturas senti-me a flutuar
Como nuvem leve e contemplativa
Que vê o mundo como um astro a girar
Silencioso, exuberante e calmo
Com a pujança da natureza soberana,
Numa verdadeira exaltação à vida
Sem vandalismos ou incoerência humana.


Do Melhor
Linkk
del.icio.us
Ser como o VENTO é ser POETA
e no meio de tanta gente analfabeta
brincar com tudo o que nos rodeia
é benção Divina quando a palavra enleia.
BEIJOS
Aluena
Manuela SIlva Neves — 23-10-2009 - 11:31:13 GMT 1