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Morada dos Ventos

saotome @ 18:27

Subi até à morada dos Ventos
Entre montanhas e desfiladeiros
Seguindo pelos montes altaneiros
Á procura de resquícios doutros tempos.
Meus olhos deambularam pelo horizonte
Sobre a linha indefinida de cada monte.
E dessas alturas senti-me a flutuar
Como nuvem leve e contemplativa
Que vê o mundo como um astro a girar
Silencioso, exuberante e calmo
Com a pujança da natureza soberana,
Numa verdadeira exaltação à vida
Sem vandalismos ou incoerência humana.

Um Comentário »

  1. Ser como o VENTO é ser POETA
    e no meio de tanta gente analfabeta
    brincar com tudo o que nos rodeia
    é benção Divina quando a palavra enleia.

    BEIJOS
    Aluena

    Manuela SIlva Neves — 23-10-2009 - 11:31:13 GMT 1

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