Seara Verde http://verdepoesia.nireblog.com A Verdura do meu Sentir - O meu Livro Digital editado pelo meu querido Pinhal Dias - Naturalidade S.Mamede de Ribatua Fri, 03 Jul 2009 08:39:13 +0100 Seara Verde http://files.nireblog.com/blogs/verdepoesia/gravatar.gif http://verdepoesia.nireblog.com http://nireblog.com Paz e Quietude http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/06/10/paz-e-quietude http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/06/10/paz-e-quietude aves.jpg

Como é belo o mundo visto assim
Destes montes voltados ao poente,
Onde toda a natureza circundante,
Traz a presença de Deus, junto a mim.

Tudo aquilo que toco e me rodeia,
Pertence ao meu extasiado olhar,
O tempo ocioso que não quer passar
E o vento que meus cabelos despenteia.

Sinto todos os poros a querer dilatar
E um ar puro e fragrante para respirar
Absorvida nesta paz e quietude.

Asas a revoar, evocam a liberdade
De viver abundante felicidade,
Abraçando toda esta magnitude.

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Wed, 10 Jun 2009 21:40:03 +0100
Fado e Poesia http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/05/25/fado-e-poesia http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/05/25/fado-e-poesia

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Mon, 25 May 2009 00:13:09 +0100
Alijó, Princesa de Trás-os-Montes http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/05/18/alija-princesa-de-tras-os-montes http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/05/18/alija-princesa-de-tras-os-montes Alijó, princesa de Trás-os-Montes,
Erigida no sopé duma colina,
Tem um ar travesso de eterna menina,
Sacia a sede na frescura de mil fontes.

Tesouros tem, gravados no granito
Nas fachadas das mansões, na sua traça,
Que extasiam os olhos de quem passa
Conferem-lhe um perfil robusto e bonito.

Herança deixada por remotas eras
Bordado a ouro pelas ninfas celtiberas
É o manto verde das vinhas, seu dossel.

Com plátanos centenários adornada
E por todos os seus filhos adorada.
Tem mais fama o seu vinho moscatel.

São Tomé

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Mon, 18 May 2009 21:22:18 +0100
Pedi ao Tempo http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/04/17/pedi-ao-tempo http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/04/17/pedi-ao-tempo Em tempos, pedi ao tempo,
Que o tempo veloz passasse.
Mais tarde pedi ao tempo,
Que para mim ele parasse.
Já pedi demais ao tempo,
Até que ele me levasse
Para onde foram meus sonhos
Dos tempos que já lá vão,
Mas o tempo não me escuta
E cumpre a sua missão
De seguir a sua sina.
O tempo atrás já não volta,
Mas eu queria voltar
Aos meus tempos de menina.

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Fri, 17 Apr 2009 22:17:05 +0100
Sonhando Com Distâncias http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/02/06/sonhando-com-distancias http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/02/06/sonhando-com-distancias O dia já despertou
Quente e luminoso
Lá fora um Sol radioso,
Dando às cores a magia.
Por isso vou à beira mar
Deixar a minha nostalgia
E espraiar o olhar
Pela imensa vastidão,
Até o perder na fusão
Do azul cinzento e profundo.
Porque além do horizonte
Oiço a voz dum novo mundo
Que me instiga a sonhar
Com longínquos voos
Não nas asas duma gaivota,
Mas nas asas dum avião,
Que me levará a lugares
Que ainda não conheci,
Como às ilhas do Havai,
Ou às estepes na Sibéria,
Quem sabe à tundra
Dum Árctico florido,
E aquecido
Pelo Sol da Primavera
E num desses remotos lugares
Estejas tu à minha espera.

São Tomé

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Fri, 06 Feb 2009 22:24:18 +0100
Espirito Livre http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/15/espirito-livre http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/15/espirito-livre Sentir o espírito livre
E seguir o voo da águia
E da gaivota
Sem se importar com a rota
É não estar presa
A qualquer preconceito.
É respeitar
Todas as crenças e religiões
E não professar nenhuma delas.
É ter o seu próprio código de conduta
Sem chocar com o dos outros.
É entender os ciclos naturais da vida
É escutar a voz do silêncio,
Subir ao alto da montanha
Gritar ao vento que passa
E olhar o mundo a seus pés.
É ser como pássaro agreste
À conquista das alturas
Desprender-se das futilidades terrestres
Sem penas, nem amarguras.

São Tomé

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Sat, 15 Nov 2008 23:25:02 +0100
Natal de Hoje http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/15/natal-de-hoje http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/15/natal-de-hoje É só um céu a fingir
De luzes e cores ofuscantes
Ao arco-íris roubadas
E muito bem embrulhadas
Em papel para presentes.
É Natal!
O mundo rejubilou
E o Dia vai festejar
Muitos irão reflectir,
Interrogar-se-hão…
Quanto tempo ainda p’ra vir
Quantos clamores soçobrarão,
Até tocarem o humano coração
E um verdadeiro céu se iluminar
Com o brilho omnipresente
Da Estrela da Paz,
Do Amor e da Fraternidade,
A inundar toda a humanidade.

São Tomé

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Sat, 15 Nov 2008 15:17:56 +0100
Hei-de Voltar http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/08/hei-de-voltar http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/08/hei-de-voltar Hei-de voltar… Voltar sempre
Ao teu pó, ao teu chão
Abraçar-te com carinho
Mesmo que o mundo se ausente,
Mesmo que se levante
Poeira no meu caminho.
Para te olhar ternamente
Nos matizes dos teus campos,
Colher as amoras já maduras,
Sentir o aroma de cada rosmaninho.
Perscrutar o firmamento
Na placidez das noites mais escuras
Ouvindo o sussurro do vento
E olhar no céu esses luzeiros,
Para onde foram os primeiros
Sonhos, que ainda acalento,
Como se o espaço do tempo
Não fosse maior que um menino
Brincando nas asas do vento.
Para ti hei-de voltar
Sempre que a saudade apertar.

São Tomé

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Sat, 08 Nov 2008 22:21:45 +0100
Olhares Perdidos na Cidade http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/10/23/olhares-perdidos-na-cidade http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/10/23/olhares-perdidos-na-cidade Andam olhares perdidos
No meio da multidão
Aos vagos rostos fugidos.
Parecem intrépidos remoinhos
De folhas mortas no chão
São olhares bem diluídos
No crepúsculo das fachadas
Nuas e degradadas
Que esperam ansiosas
Pelas iminentes derrocadas
De suas vidas já vencidas.
São olhares amedrontando
O coração da cidade,
(Invadida por bandos de corvos
em aves do paraíso disfarçados)
Olhares ansiosos espreitando
O dobrar de cada esquina
Ou galgando o velho muro,
Tentando vislumbrar
Um melhor caminho pró futuro.

São Tomé

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Thu, 23 Oct 2008 22:00:35 +0100
Bom Dia! Bom Dia! http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/10/04/bom-dia-bom-dia http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/10/04/bom-dia-bom-dia Rosa Vermelha

(Muito especial para a talentosa poetisa
São Tomé
Com muito carinho)

(Tudo quanto é bom se deve dividir
Com os amigos)

SENHORA
Bom dia! Bom dia! Lá fora Febo convida,
Ir assistir ao seu festival d’aureo fulgor,
A passada ajuda ao concerto como cantor,
Ou seja o arauto com um novo dia de vida!

Que nos chama ao festejo ao nosso favor
Que promete ser dádiva divina prometida,
A gozar; é um dia que vai passar de corrida,
É um dia que Deus nos dá pra lhe dar valor!

Tudo mexe, canta; Além a lépida toutinegra,
Busca musgo, palhinhas pra ninho, terra negra,
O jardim em arrebol, mostra os rebentos seus…

É dia! Aí vem um bom dia, que lhe comunico,
São horas de aspirar este momento rico,
Um dia assim lindo é um brinde de Deus!

Nelson Fontes Carvalho ( Nelfoncar)

AMORA / Belverde

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Sat, 04 Oct 2008 22:20:23 +0100
S.MAMEDE DE RIBATUA http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/09/05/smamede-de-ribatua http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/09/05/smamede-de-ribatua (Homenagem fidedigna)
… “Uma arca cultural ainda de pé
em Ribatua… a Família Tomé

Alvaredo abraça outro Pinhal
Terra acolhedora e fenomenal
Gente que enraizou as suas fontes
Abraço do Douro… Trás-os-Montes.

Um povo educado, refaz ciranda
Com seus jovens filiados na Banda
Promovem festejos com arraiais
Com valiosa cobertura de jornais.

A linha do Tua já cansada ruiu
Uma barragem?…a linha sucumbiu
Deixou povo comovido entre nós.

Destacado jardim das laranjeiras
Este lugar de boas clareiras
Laureano estatuou seus avós.

Pinhal Dias – Amora – Portugal

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Fri, 05 Sep 2008 08:42:31 +0100
Pão http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/07/09/pao http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/07/09/pao Pão, que foi Divino manjar
De Cristo, na última Ceia
Feliz é aquele que semeia
Para ao mundo o poder dar.
(Ribatua – Amora)

Pão-nosso de cada dia
À mesa traz alegria
Pão simboliza o corpo
À família o seu conforto.
(São Tomé – Amora)

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Wed, 09 Jul 2008 14:13:36 +0100
“Homenagem aos Dois Amores” http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/06/23/%e2%80%9chomenagem-aos-dois-amores%e2%80%9d http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/06/23/%e2%80%9chomenagem-aos-dois-amores%e2%80%9d Homenagem vestida de verde
Ao Nelson e à Dolores
Que moram em Belverde
Na vivenda “Dois Amores”.

Vivem uma relação mantida
Do que melhor há na vida
Muito amigos, muito unidos
São esposos estremecidos.

Gostam de animais e flores
Revelam um grande coração
Vivem em perfeita comunhão
Na casa dos “Dois Amores”.

Ele que muito tem sofrido
E diz ter falta de saúde
A vida não lhe tem sorrido
Desde a sua juventude.

A melhor das enfermeiras
Que é a sua querida Dolores
As dores ficam passageiras
Na vivenda “Dois Amores”.

São Tomé

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Mon, 23 Jun 2008 12:00:37 +0100
Raiz Que Me Prendia http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/28/raiz-que-me-prendia http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/28/raiz-que-me-prendia Arranquei essa raíz que me prendia
À terra vermelha, que cantei ainda em flor
Onde a luz da aurora despertava o meu amor
Que nos braços indolentes do rio adormecia.

Arranquei essa raíz que me prendia
À franja verde da encosta, onde o meu olhar subia
Ao encontro do infinito azul celeste,
Que por entre o arvoredo me sorria.

Arranquei essa raíz que me prendia
Á azáfama das "Pintadas" ciscando a terra,
Numa luxuriante embriaguês silvestre
Entoando à vida o seu alegre cacarejar.

Arranquei essa raíz que me prendia
À terra vermelha, dos aromas inebriantes
Que a chuva misturava e a brisa difundia
Ao som de exótica sinfonia das rãs a coaxar.

Arranquei essa raíz que me prendia
Ao sonho, que um dia ela voltaria a brotar,
Mas o sonho não passou de quimera, de utopia
E o tronco entorpecido ficou no tempo a flutuar.

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Wed, 28 May 2008 15:00:19 +0100
Donos do Mundo http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/16/donos-do-mundo http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/16/donos-do-mundo Dentro de mim, coabitam em dualidade
O Silêncio explodindo no trovão,
Que catapultam a voz da minha razão
Aos vastos campos da irracionalidade.

Que caminhos percorre a humanidade?...
Por este planeta feroz, mas ainda rotundo
Porque não se chega à consensualidade
Que ninguém é o verdadeiro dono do mundo.

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Fri, 16 May 2008 16:01:15 +0100
NAS ASAS DO CONDOR http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/16/nas-asas-do-condor http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/16/nas-asas-do-condor Nas asas do Condor voa meu sonho
Tangendo o purpúreo horizonte
Na linha azul do verde-mar,
Traçando uma directriz, plangente
Ao iniciar a descida inclemente
Para um mundo mais real.
Nas alterosas, o silêncio é lei absoluta
E o mundo abaixo,parece quieto, sublime
Sem o abismo da consistente luta.
Mas o sonho, é sonho, é quimera
Como a ilusão no vórtice do turbilhão.
O mundo real fica mais frio, mais cruel
Com o gosto agridoce do mel e do fel.
E quando o Condor no céu é uma visão,
Carrega nas asas o meu sonho
E o um icástico coração.

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Fri, 16 May 2008 15:43:10 +0100
POESIA http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/23/poesia http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/23/poesia Poesia…asa onde voam os nossos sonhos
…manjar que alimenta a nossa alma
…chama ardente que aquece o nosso coração
…és a voz trovejante da razão
…asa branca da fraternidade
…abraçando a humanidade
…entre os povos, elo forte de ligação
…dás sentido ao nosso Fado
…raio de luz na escuridão
…guia no caminho das Estrelas
…alazão cavalgando com o vento
…luz do Sol no prenúncio de mau tempo
…encantas as noites de luar
…tens nas Estrelas o teu manto
…vestes-te com o alecrim do monte
…passeias pelos campos verdejantes
...escutas os rios murmurantes
…deténs os segredos do mar
…és a frescura da água da fonte
…e um linimento para a tristeza
...quem te inventou?
...quem te criou?
Foi Deus com toda a certeza!

São Tomé – Amora - Portugal

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Sun, 23 Mar 2008 15:24:56 +0100
POR ONDE ANDARÃO http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/12/por-onde-andarao http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/12/por-onde-andarao Por onde andará
O Grande Espírito da Poesia
Com o seu sentido
De Paz, Amor e Harmonia…
Por onde andarão as palavras
Que constroem a esperança,
De um mundo melhor
Para toda a humanidade.
Que não fiquem perdidas no Vento
Nem o grito de liberdade da Gaivota
Convertido em lamento.
Por onde andarão os laços da fraternidade
Estreitando todos os corações
Que não fiquem adormecidos na Eterna Utopia
Que possam acordar um dia
Aceitarem as humanas imperfeições
E voltarem à vida terrena, sem restrições.

São Tomé

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Wed, 12 Mar 2008 19:32:59 +0100
SEMENTES DE POESIA http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/04/sementes-de-poesia http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/04/sementes-de-poesia Sementes que germinam,
Abundantes,
Nos vastos campos
Do sonho e da fantasia,
Transformam-se
Em Seara de Cultura,
Regadas pelas chuvas
Prateadas da poesia
E amadurecidas
Pelo ouro brilhante do Sol,
Que os Ventos da Liberdade,
Vão deixando ondulantes.
Assim teremos o pão,
Fermentado por poéticos corações,
Para alimentar a Humanidade,
Enfartada de paixões,
Mas tão faminta:
- De Paz, Amor e Fraternidade.

São Tomé

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Tue, 04 Mar 2008 16:15:52 +0100
AQUELA PRAIA http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/04/aquela-praia http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/04/aquela-praia Estendi meu corpo na branca areia
E deixei que a luz diáfana da manhã
O desfrutasse…
E um raio de Sol se transformasse
No teu corpo, trazido pela maré-cheia.
O sussurro do mar, como canto de sereia,
Trouxe até mim a tua longínqua voz
E eu,
De olhos cerrados como se estivéssemos sós,
Não sentia a multidão que nos rodeava,
Como se aquela praia fosse só para nós.

São Tomé

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Tue, 04 Mar 2008 16:13:52 +0100