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<title>Seara Verde </title>
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<description>A Verdura do meu Sentir - O meu Livro Digital editado pelo meu querido Pinhal Dias - Naturalidade S.Mamede de Ribatua </description>
<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 09:43:44 +0100</pubDate>
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<title>Seara Verde </title>
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	<title>Cavalo Doido</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2010/02/04/cavalo-doido</link>
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		<description><![CDATA[<p>Porque é que o meu coração<br />
Sempre quieto e mansinho,<br />
De repente disparou<br />
Como um cavalo empinado<br />
Ao estalo do chicote,<br />
Que desenfreou num galope<br />
Como um “ginete” selvagem<br />
Em busca de novos prados,<br />
Para além do horizonte.<br />
Nem a minha voz de comando<br />
O conseguiu deter…<br />
Porque o meu coração,<br />
Que era tão sossegadinho,<br />
Parece um cavalo doido<br />
Sem querer me obedecer.
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2010/02/04/cavalo-doido#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 14:32:18 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Alma Peregrina</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2010/01/31/alma-peregrina</link>
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		<description><![CDATA[<p>Quantas vezes a minha alma<br />
Se despe subtilmente de mim<br />
Para peregrinar pelos caminhos<br />
Do Universo, sem fim<br />
À procura de compreender<br />
Porque nos comportamos assim<br />
Com o nosso frágil e belo planeta,<br />
Um pequenino ponto azul<br />
Na imensidão do cosmos,<br />
Que nós tanto maltratamos,<br />
Sem sequer nos apercebermos<br />
Do mal que nos fazemos,<br />
Com a nossa insensatez<br />
Com a absurda ambição<br />
Da riqueza e do poder,<br />
Como se isso pudesse valer<br />
Para nos isentar da morte.<br />
Mas vistos lá do alto<br />
Somos um só corpo celestial,<br />
Sem diferenças de raças ou credos,<br />
Sem fronteiras ou classe social.
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2010/01/31/alma-peregrina#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 18:36:41 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Dom da Ubiquidade</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2010/01/22/dom-da-ubiquidade</link>
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		<description><![CDATA[<p>Ah! Como eu queria<br />
Ter o dom da ubiquidade,<br />
Para transpor a distância<br />
E o tempo que nos separa<br />
Poder sentar-me a teu lado<br />
Junto à silenciosa mesa<br />
Rústica e enegrecida<br />
Pelas corrosivas poeiras da vida.<br />
Escutar uma música celestial<br />
Com o coração exultado a palpitar<br />
Sem que o tempo por nós passasse<br />
Nem o nosso corpo acusasse<br />
A força implacável da gravidade<br />
E os nossos corações intactos,<br />
Inocentes e sonhadores,<br />
Como dois eternos amores<br />
A ignorarem o peso da idade.
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2010/01/22/dom-da-ubiquidade#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 18:17:57 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Regato de Memórias</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2010/01/22/regato-de-memorias</link>
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		<description><![CDATA[<p>Águas que passais cantantes<br />
Por esse regato de memórias<br />
Que guarda nossas estórias<br />
E segredos inocentes,<br />
Onde o rouxinol cantava<br />
Connosco, ao desafio<br />
E a cotovia escutava<br />
Escondida no caminho<br />
Quando vinhas ter comigo<br />
P’ra espreitarmos um ninho,<br />
Escondido entre o silvado<br />
Que crescia emaranhado<br />
Ao longo duma parede<br />
Como o da poupa arrogante,<br />
Com um cheiro nauseante<br />
Feito de terra e excrementos<br />
Que eu teimava em roubar<br />
Mas tinha que o por de lado<br />
Por não conseguir aguentar<br />
O seu perfume afamado.
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2010/01/22/regato-de-memorias#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 17:45:09 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Caminho do Cateco-Cangola</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2010/01/17/caminho-do-cateco-cangola</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2010/01/17/caminho-do-cateco-cangola</guid>
		<description><![CDATA[<p>Era só um caminho,<br />
Longo, poeirento, esburacado,<br />
Que morria num trilho disfarçado<br />
E perdido debaixo do alto capim<br />
Que adentrava em zig-zag<br />
Pela densa floresta.<br />
De vez em quando, uma lebre<br />
Ou uma perdiz mais destra,<br />
Levantavam-se assustadas<br />
E corriam desnorteadas<br />
À frente dum jipe trepidante,<br />
Até se embrenharem no capim.<br />
O revoar de uma ave de rapina,<br />
Efectuava o mais arriscado rally<br />
Por entre as árvores gigantescas<br />
Que se encontravam por ali,<br />
Perseguindo a sua presa:<br />
Um coelho, um camundongo<br />
Ou uma cobra mais desavisada.<br />
Mas de repente, à minha frente,<br />
Aparecia o meu pequeno riacho,<br />
No seu alvo leito de cascalho<br />
E murmurando, ia-me guiando<br />
Até ao grande  Lucala,<br />
Rio largo e caudaloso<br />
Habitat de enormes jacarés,<br />
Com suas margens enigmáticas<br />
Que se abriam em grandes lagoas,<br />
Abrigando as mais belas e variadas<br />
Aves aquáticas,<br />
E eu, deslumbrada<br />
Com tamanha exuberância da Natureza.<br />
Naquele momento, procurava<br />
Sorver aqueles sons e cores,<br />
Todas aquelas formas e aromas<br />
Das mais exóticas flores<br />
E toda a luz que um Sol radiante,<br />
Derramava em mim naquele instante,<br />
E me apontava o verdadeiro Paraíso.
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2010/01/17/caminho-do-cateco-cangola#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 14:53:02 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Morada dos Ventos</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/08/30/morada-dos-ventos</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/08/30/morada-dos-ventos</guid>
		<description><![CDATA[<p>Subi até à morada dos Ventos<br />
Entre montanhas e desfiladeiros<br />
Seguindo pelos montes altaneiros<br />
Á procura de resquícios doutros tempos.<br />
Meus olhos deambularam pelo horizonte<br />
Sobre a linha indefinida de cada monte.<br />
E dessas alturas senti-me a flutuar<br />
Como nuvem leve e contemplativa<br />
Que vê o mundo como um astro a girar<br />
Silencioso, exuberante e calmo<br />
Com a pujança da natureza soberana,<br />
Numa verdadeira exaltação à vida<br />
Sem vandalismos ou incoerência humana.
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/08/30/morada-dos-ventos#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 18:27:36 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>A Nossa Terra</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/08/22/a-nossa-terra</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/08/22/a-nossa-terra</guid>
		<description><![CDATA[<p>Minha terra tem belezas<br />
Que noutras terras não há<br />
Encantam quem aqui passa<br />
E que por Divina graça,<br />
Só se encontram mesmo cá.<br />
Os seus laranjais em flor<br />
Alcandorados nas fragas<br />
Como quem namora o rio<br />
Da varanda dum condor,<br />
Abrindo sobre ele as asas<br />
Num constante desafio.<br />
Tem dois rios a seus pés<br />
Que lhe conferem grandeza<br />
Qual deles o mais formoso<br />
O rio Tua e o Douro<br />
Como um valioso tesouro<br />
De luxuriante beleza.<br />
Os socalcos de vinhedos<br />
Guardam eternos segredos<br />
Do seu vinho generoso<br />
No mundo inteiro famoso.<br />
A Banda, já bicentenária,<br />
Criou fama o seu rufar,<br />
E muita gente acredita,<br />
Que nesta terra bendita,<br />
Que é S. Mamede Ribatua,<br />
Até as pedras da rua… Sabem tocar!
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/08/22/a-nossa-terra#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 19:21:30 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Um Dia Voltarei</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/07/16/um-dia-voltarei</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/07/16/um-dia-voltarei</guid>
		<description><![CDATA[<p>Um dia, voltarei ao meu sertão,<br />
Quando o Sol iluminar mais uma vez<br />
O manto verde que envolve sua tez<br />
E avivar os matizes do rubro chão.</p>
<p>Para sorver o orvalho de cada flor<br />
Como néctar saciando a minha sede,<br />
Sentir o frescor do cajueiro verde<br />
Quando mais se intensificar o calor.</p>
<p>Então espalharei o meu cansaço,<br />
Pela solidão do tempo e do espaço<br />
E no meio dessa magia envolvida</p>
<p>Pelo revoar duma ave de rapina,<br />
Quando por mim passar em surdina<br />
E sentir que de novo voltei à vida.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/07/16/um-dia-voltarei#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 19:45:25 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Paz e Quietude</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/06/10/paz-e-quietude</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/06/10/paz-e-quietude</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image507679" alt="aves.jpg" src="http://files.nireblog.com/blogs/verdepoesia/files/aves.jpg" align="middle" class="imgleft" /></p>
<p>Como é belo o mundo visto assim<br />
Destes montes voltados ao poente,<br />
Onde toda a natureza circundante,<br />
Traz a presença de Deus, junto a mim.</p>
<p>Tudo aquilo que toco e me rodeia,<br />
Pertence ao meu extasiado olhar,<br />
O tempo ocioso que não quer passar<br />
E o vento que meus cabelos despenteia.</p>
<p>Sinto todos os poros a querer dilatar<br />
E um ar puro e fragrante para respirar<br />
Absorvida nesta paz e quietude.</p>
<p>Asas a revoar, evocam a liberdade<br />
De viver abundante felicidade,<br />
Abraçando toda esta magnitude.
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/06/10/paz-e-quietude#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 21:40:03 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Fado e Poesia</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/05/25/fado-e-poesia</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/05/25/fado-e-poesia</guid>
		<description><![CDATA[<div><embed src="http://widget-d8.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=bb&amp;il=1&amp;channel=3314649325763314136&amp;site=widget-d8.slide.com" style="width:400px;height:320px" name="flashticker" align="middle"></embed><br />
<div style="width:400px;text-align:left;"><a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;at=un&amp;id=3314649325763314136&amp;map=1" target="_blank"><img src="http://widget-d8.slide.com/p1/3314649325763314136/bb_t035_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /></a> <a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;at=un&amp;id=3314649325763314136&amp;map=2" target="_blank"><img src="http://widget-d8.slide.com/p2/3314649325763314136/bb_t035_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /></a> <a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&at=un&id=3314649325763314136&map=F" target="_blank"><img src="http://widget-d8.slide.com/p4/3314649325763314136/bb_t035_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /></a></div>
</div>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/05/25/fado-e-poesia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 25 May 2009 00:13:09 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Alijó, Princesa de Trás-os-Montes</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/05/18/alija-princesa-de-tras-os-montes</link>
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		<description><![CDATA[<p>Alijó, princesa de Trás-os-Montes,<br />
Erigida no sopé duma colina,<br />
Tem ar travesso de eterna menina,<br />
Sacia a sede na frescura das fontes.</p>
<p>Tesouros tem, gravados no granito<br />
Nas fachadas das mansões, na sua traça,<br />
Que extasiam os olhos de quem passa<br />
Conferem-lhe um perfil robusto e bonito.</p>
<p>Herança deixada por remotas eras<br />
Bordado a ouro pelas ninfas celtiberas<br />
É o manto verde das vinhas, seu dossel.</p>
<p>Com plátanos centenários adornada<br />
E por todos os seus filhos adorada.<br />
Tem mais fama o seu vinho moscatel.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/05/18/alija-princesa-de-tras-os-montes#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 18 May 2009 21:22:18 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Pedi ao Tempo</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/04/17/pedi-ao-tempo</link>
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		<description><![CDATA[<p>Em tempos, pedi ao tempo,<br />
Que o tempo veloz passasse.<br />
Mais tarde pedi ao tempo,<br />
Que para mim ele parasse.<br />
Já pedi demais ao tempo,<br />
Até que ele me levasse<br />
Para onde foram meus sonhos<br />
Dos tempos que já lá vão,<br />
Mas o tempo não me escuta<br />
E cumpre a sua missão<br />
De seguir a sua sina.<br />
O tempo atrás já não volta,<br />
Mas eu queria voltar<br />
Aos meus tempos de menina.
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/04/17/pedi-ao-tempo#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 22:17:05 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Sonhando Com Distâncias</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/02/06/sonhando-com-distancias</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/02/06/sonhando-com-distancias</guid>
		<description><![CDATA[<p>O dia já despertou<br />
Quente e luminoso<br />
Lá fora um Sol radioso,<br />
Dando às cores a magia.<br />
Por isso vou à beira mar<br />
Deixar a minha nostalgia<br />
E espraiar o olhar<br />
Pela imensa vastidão,<br />
Até o perder na fusão<br />
Do azul cinzento e profundo.<br />
Porque além do horizonte<br />
Oiço a voz dum novo mundo<br />
Que me instiga a sonhar<br />
Com longínquos voos<br />
Não nas asas duma gaivota,<br />
Mas nas asas dum avião,<br />
Que me levará a lugares<br />
Que ainda não conheci,<br />
Como às ilhas do Havai,<br />
Ou às estepes na Sibéria,<br />
Quem sabe à tundra<br />
Dum Árctico florido,<br />
E aquecido<br />
Pelo Sol da Primavera<br />
E num desses remotos lugares<br />
Estejas tu à minha espera.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2009/02/06/sonhando-com-distancias#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 22:24:18 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Espirito Livre</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/15/espirito-livre</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/15/espirito-livre</guid>
		<description><![CDATA[<p>Sentir o espírito livre<br />
E seguir o voo da águia<br />
E da gaivota<br />
Sem se importar com a rota<br />
É não estar presa<br />
A qualquer preconceito.<br />
É respeitar<br />
Todas as crenças e religiões<br />
E não professar nenhuma delas.<br />
É ter o seu próprio código de conduta<br />
Sem chocar com o dos outros.<br />
É entender os ciclos naturais da vida<br />
É escutar a voz do silêncio,<br />
Subir ao alto da montanha<br />
Gritar ao vento que passa<br />
E olhar o mundo a seus pés.<br />
É ser como pássaro agreste<br />
À conquista das alturas<br />
Desprender-se das futilidades terrestres<br />
Sem penas, nem amarguras.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/15/espirito-livre#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 23:25:02 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Natal de Hoje</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/15/natal-de-hoje</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/15/natal-de-hoje</guid>
		<description><![CDATA[<p>É só um céu a fingir<br />
De luzes e cores ofuscantes<br />
Ao arco-íris roubadas<br />
E muito bem embrulhadas<br />
Em papel para presentes.<br />
É Natal!<br />
O mundo rejubilou<br />
E o Dia vai festejar<br />
Muitos irão reflectir,<br />
Interrogar-se-hão…<br />
Quanto tempo ainda p’ra vir<br />
Quantos clamores soçobrarão,<br />
Até tocarem o humano coração<br />
E um verdadeiro céu se iluminar<br />
Com o brilho omnipresente<br />
Da Estrela da Paz,<br />
Do Amor e da Fraternidade,<br />
A inundar toda a humanidade.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/15/natal-de-hoje#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 15:17:56 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Hei-de Voltar</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/08/hei-de-voltar</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/08/hei-de-voltar</guid>
		<description><![CDATA[<p>Hei-de voltar… Voltar sempre<br />
Ao teu pó, ao teu chão<br />
Abraçar-te com carinho<br />
Mesmo que o mundo se ausente,<br />
Mesmo que se levante<br />
Poeira no meu caminho.<br />
Para te olhar ternamente<br />
Nos matizes dos teus campos,<br />
Colher as amoras já maduras,<br />
Sentir o aroma de cada rosmaninho.<br />
Perscrutar o firmamento<br />
Na placidez das noites mais escuras<br />
Ouvindo o sussurro do vento<br />
E olhar no céu esses luzeiros,<br />
Para onde foram os primeiros<br />
Sonhos, que ainda acalento,<br />
Como se o espaço do tempo<br />
Não fosse maior que um menino<br />
Brincando nas asas do vento.<br />
Para ti hei-de voltar<br />
Sempre que a saudade apertar.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/11/08/hei-de-voltar#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 22:21:45 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Olhares Perdidos na Cidade </title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/10/23/olhares-perdidos-na-cidade</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/10/23/olhares-perdidos-na-cidade</guid>
		<description><![CDATA[<p>Andam olhares perdidos<br />
No meio da multidão<br />
Aos vagos rostos fugidos.<br />
Parecem intrépidos remoinhos<br />
De folhas mortas no chão<br />
São olhares bem diluídos<br />
No crepúsculo das fachadas<br />
Nuas e degradadas<br />
Que esperam ansiosas<br />
Pelas iminentes derrocadas<br />
De suas vidas já vencidas.<br />
São olhares amedrontando<br />
O coração da cidade,<br />
(Invadida por bandos de corvos<br />
em aves do paraíso disfarçados)<br />
Olhares ansiosos espreitando<br />
O dobrar de cada esquina<br />
Ou galgando o velho muro,<br />
Tentando vislumbrar<br />
Um melhor caminho pró futuro.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/10/23/olhares-perdidos-na-cidade#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 22:00:35 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Bom Dia! Bom Dia!</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/10/04/bom-dia-bom-dia</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/10/04/bom-dia-bom-dia</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image413356" alt="Rosa Vermelha" src="http://files.nireblog.com/blogs/verdepoesia/files/rosavermelha.gif" align="right" /></p>
<p>(Muito especial para a talentosa poetisa<br />
<strong>São Tomé</strong><br />
Com muito carinho)</p>
<p>(Tudo quanto é bom se deve dividir<br />
Com os amigos)</p>
<p><strong>SENHORA</strong><br />
Bom dia! Bom dia! Lá fora Febo convida,<br />
Ir assistir ao seu festival d’aureo fulgor,<br />
A passada ajuda ao concerto como cantor,<br />
Ou seja o arauto com um novo dia de vida!</p>
<p>Que nos chama ao festejo ao nosso favor<br />
Que promete ser dádiva divina prometida,<br />
A gozar; é um dia que vai passar de corrida,<br />
É um dia que Deus nos dá pra lhe dar valor!</p>
<p>Tudo mexe, canta; Além a lépida toutinegra,<br />
Busca musgo, palhinhas pra ninho, terra negra,<br />
O jardim em arrebol, mostra os rebentos seus…</p>
<p>É dia! Aí vem um bom dia, que lhe comunico,<br />
São horas de aspirar este momento rico,<br />
Um dia assim lindo é um brinde de Deus!</p>
<p>Nelson Fontes Carvalho ( Nelfoncar)</p>
<p>AMORA / Belverde
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/10/04/bom-dia-bom-dia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 22:20:23 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>S.MAMEDE DE RIBATUA</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/09/05/smamede-de-ribatua</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/09/05/smamede-de-ribatua</guid>
		<description><![CDATA[<p>(Homenagem fidedigna)<br />
… “Uma arca cultural ainda de pé<br />
em Ribatua… a <strong>Família Tomé</strong>”</p>
<p>Alvaredo abraça outro Pinhal<br />
Terra acolhedora e fenomenal<br />
Gente que enraizou as suas fontes<br />
Abraço do Douro… Trás-os-Montes.</p>
<p>Um povo educado, refaz ciranda<br />
Com seus jovens filiados na Banda<br />
Promovem festejos com arraiais<br />
Com valiosa cobertura de jornais.</p>
<p>A linha do Tua já cansada ruiu<br />
Uma barragem?…a linha sucumbiu<br />
Deixou povo comovido entre nós.</p>
<p>Destacado jardim das laranjeiras<br />
Este lugar de boas clareiras<br />
<strong>Laureano</strong> estatuou seus avós.</p>
<p>Pinhal Dias – Amora – Portugal
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/09/05/smamede-de-ribatua#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 08:42:31 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Pão</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/07/09/pao</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/07/09/pao</guid>
		<description><![CDATA[<p>Pão, que foi Divino manjar<br />
De Cristo, na última Ceia<br />
Feliz é aquele que semeia<br />
Para ao mundo o poder dar.<br />
(Ribatua – Amora)</p>
<p>Pão-nosso de cada dia<br />
À mesa traz alegria<br />
Pão simboliza o corpo<br />
À família o seu conforto.<br />
(São Tomé – Amora)
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/07/09/pao#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 14:13:36 +0100</pubDate>	</item>
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</rss>
 
