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<title>Seara Verde </title>
<link>http://verdepoesia.nireblog.com</link>
<description>A Verdura do meu Sentir - O meu Livro Digital editado pelo meu querido Pinhal Dias - Naturalidade S.Mamede de Ribatua </description>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 11:36:28 +0100</pubDate>
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<title>Seara Verde </title>
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	<title>Pão</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/07/09/pao</link>
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		<description><![CDATA[<p>Pão, que foi Divino manjar<br />
De Cristo, na última Ceia<br />
Feliz é aquele que semeia<br />
Para ao mundo o poder dar.<br />
(Ribatua – Amora)</p>
<p>Pão-nosso de cada dia<br />
À mesa traz alegria<br />
Pão simboliza o corpo<br />
À família o seu conforto.<br />
(São Tomé – Amora)
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/07/09/pao#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 14:13:36 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>“Homenagem aos Dois Amores”</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/06/23/%e2%80%9chomenagem-aos-dois-amores%e2%80%9d</link>
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		<description><![CDATA[<p>Homenagem vestida de verde<br />
Ao Nelson e à Dolores<br />
Que moram em Belverde<br />
Na vivenda dos “Dois Amores”.</p>
<p>Vivem uma relação mantida<br />
Do que melhor há na vida<br />
Muito amigos, muito unidos<br />
São esposos estremecidos.</p>
<p>Gostam de animais e flores<br />
Revelam um grande coração<br />
Vivem em perfeita comunhão<br />
Na casa dos “Dois Amores”.</p>
<p>Ele que muito tem sofrido<br />
E diz ter falta de saúde<br />
A vida não lhe tem sorrido<br />
Desde a sua juventude.</p>
<p>A melhor das enfermeiras<br />
Que é a sua querida Dolores<br />
As dores ficam passageiras<br />
Na vivenda dos “Dois Amores”.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/06/23/%e2%80%9chomenagem-aos-dois-amores%e2%80%9d#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 12:00:37 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Raiz Que Me Prendia</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/28/raiz-que-me-prendia</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/28/raiz-que-me-prendia</guid>
		<description><![CDATA[<p>Arranquei essa raíz que me prendia<br />
À terra vermelha, que cantei ainda em flor<br />
Onde a luz da aurora despertava o meu amor<br />
Que nos braços indolentes do rio adormecia.</p>
<p>Arranquei essa raíz que me prendia<br />
À franja verde da encosta, onde o meu olhar subia<br />
Ao encontro do infinito azul celeste,<br />
Que por entre o arvoredo me sorria.</p>
<p>Arranquei essa raíz que me prendia<br />
Á azáfama das "Pintadas" ciscando a terra,<br />
Numa luxuriante embriaguês silvestre<br />
Entoando à vida o seu alegre cacarejar.</p>
<p>Arranquei essa raíz que me prendia<br />
À terra vermelha, dos aromas inebriantes<br />
Que a chuva misturava e a brisa difundia<br />
Ao som de exótica sinfonia das rãs a coaxar.</p>
<p>Arranquei essa raíz que me prendia<br />
Ao sonho, que um dia ela voltaria a brotar,<br />
Mas o sonho não passou de quimera, de utopia<br />
E o tronco entorpecido ficou no tempo a flutuar.
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/28/raiz-que-me-prendia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 28 May 2008 15:00:19 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Donos do Mundo</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/16/donos-do-mundo</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/16/donos-do-mundo</guid>
		<description><![CDATA[<p>Dentro de mim, coabitam em dualidade<br />
O Silêncio explodindo no trovão,<br />
Que catapultam a voz da minha razão<br />
Aos vastos campos da irracionalidade.</p>
<p>Que caminhos percorre a humanidade?...<br />
Por este planeta feroz, mas ainda rotundo<br />
Porque não se chega à consensualidade<br />
Que ninguém é o verdadeiro dono do mundo.
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/16/donos-do-mundo#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 16 May 2008 16:01:15 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>NAS ASAS DO CONDOR</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/16/nas-asas-do-condor</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/16/nas-asas-do-condor</guid>
		<description><![CDATA[<p>Nas asas do Condor voa meu sonho<br />
Tangendo o purpúreo horizonte<br />
Na linha azul do verde-mar,<br />
Traçando uma directriz, plangente<br />
Ao iniciar a descida inclemente<br />
Para um mundo mais real.<br />
Nas alterosas, o silêncio é lei absoluta<br />
E o mundo abaixo,parece quieto, sublime<br />
Sem o abismo da consistente luta.<br />
Mas o sonho, é sonho, é quimera<br />
Como a ilusão no vórtice do turbilhão.<br />
O mundo real fica mais frio, mais cruel<br />
Com o gosto agridoce do mel e do fel.<br />
E quando o Condor no céu é uma visão,<br />
Carrega nas asas o meu sonho<br />
E o um icástico coração.
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/05/16/nas-asas-do-condor#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 16 May 2008 15:43:10 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>POESIA</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/23/poesia</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/23/poesia</guid>
		<description><![CDATA[<p>Poesia…asa onde voam os nossos sonhos<br />
…manjar que alimenta a nossa alma<br />
…chama ardente que aquece o nosso coração<br />
…és a voz trovejante da razão<br />
…asa branca da fraternidade<br />
…abraçando a humanidade<br />
…entre os povos, elo forte de ligação<br />
…dás sentido ao nosso Fado<br />
…raio de luz na escuridão<br />
…guia no caminho das Estrelas<br />
…alazão cavalgando com o vento<br />
…luz do Sol no prenúncio de mau tempo<br />
…encantas as noites de luar<br />
…tens nas Estrelas o teu manto<br />
…vestes-te com o alecrim do monte<br />
…passeias pelos campos verdejantes<br />
 ...escutas os rios murmurantes<br />
…deténs os segredos do mar<br />
…és a frescura da água da fonte<br />
…e um linimento para a tristeza<br />
...quem te inventou?<br />
...quem te criou?<br />
Foi Deus com toda a certeza! </p>
<p>São Tomé – Amora - Portugal
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/23/poesia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 15:24:56 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>POR ONDE ANDARÃO </title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/12/por-onde-andarao</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/12/por-onde-andarao</guid>
		<description><![CDATA[<p>Por onde andará<br />
O Grande Espírito da Poesia<br />
Com o seu sentido<br />
De Paz, Amor e Harmonia…<br />
Por onde andarão as palavras<br />
Que constroem a esperança,<br />
De um mundo melhor<br />
Para toda a humanidade.<br />
Que não fiquem perdidas no Vento<br />
Nem o grito de liberdade da Gaivota<br />
Convertido em lamento.<br />
Por onde andarão os laços da fraternidade<br />
Estreitando todos os corações<br />
Que não fiquem adormecidos na Eterna Utopia<br />
Que possam acordar um dia<br />
Aceitarem as humanas imperfeições<br />
E voltarem à vida terrena, sem restrições. </p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/12/por-onde-andarao#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 19:32:59 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>SEMENTES DE POESIA</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/04/sementes-de-poesia</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/04/sementes-de-poesia</guid>
		<description><![CDATA[<p>Sementes que germinam,<br />
Abundantes,<br />
Nos vastos campos<br />
Do sonho e da fantasia,<br />
Transformam-se<br />
Em Seara de Cultura,<br />
Regadas pelas chuvas<br />
Prateadas da poesia<br />
E amadurecidas<br />
Pelo ouro brilhante do Sol,<br />
Que os Ventos da Liberdade,<br />
Vão deixando ondulantes.<br />
Assim teremos o pão,<br />
Fermentado por poéticos corações,<br />
Para alimentar a Humanidade,<br />
Enfartada de paixões,<br />
Mas tão faminta:<br />
- De Paz, Amor e Fraternidade.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/04/sementes-de-poesia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 16:15:52 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>AQUELA PRAIA</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/04/aquela-praia</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/04/aquela-praia</guid>
		<description><![CDATA[<p>Estendi meu corpo na branca areia<br />
E deixei que a luz diáfana da manhã<br />
O desfrutasse…<br />
E um raio de Sol se transformasse<br />
No teu corpo, trazido pela maré-cheia.<br />
O sussurro do mar, como canto de sereia,<br />
Trouxe até mim a tua longínqua voz<br />
E eu,<br />
De olhos cerrados como se estivéssemos sós,<br />
Não sentia a multidão que nos rodeava,<br />
Como se aquela praia fosse só para nós.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/04/aquela-praia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 16:13:52 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Trilogia...</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/03/trilogia</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/03/trilogia</guid>
		<description><![CDATA[<p>Amor sem limites, carinho, ternura,<br />
Com asas protectoras em extremos desvelos…<br />
Sacrificios não medidos na grande ventura.<br />
                      <strong>Mãe</strong></p>
<p>Sonhos elevados ao cume do Olimpo<br />
Esperanças subindo os caminhos da virtude…<br />
Orgulho com emoção pranteado.<br />
                     <strong>Pai</strong> </p>
<p>Ternura, tolerância, encantamento<br />
E a magia de voltar a ser criança…<br />
Sentimentos amadurecidos no calor do tempo.<br />
                     <strong>Avós</strong></p>
<p>São Tomé - Amora - Portugal</p>
<p>TRILOGIA – AVSPE – Brasil - 3/3/08<br />
http://www.avspe.eti.br/eventos/trilogia/indice.html
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/03/03/trilogia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 12:47:53 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>MANHÃ ILUMINADA</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/26/manha-iluminada</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/26/manha-iluminada</guid>
		<description><![CDATA[<p>Quando um Sol dourado<br />
Se levanta pela manhã<br />
E lentamente me conduz<br />
A um caminho iluminado<br />
Por um forte raio de luz,<br />
Meus passos vão confiantes<br />
Pela senda da verdade,<br />
À procura da felicidade<br />
Que de mim se perdeu antes,<br />
No fragor da tempestade.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/26/manha-iluminada#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 16:56:22 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Visitando o Mar</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/visitando-o-mar</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/visitando-o-mar</guid>
		<description><![CDATA[<p>Como queria de novo ó Mar<br />
As tuas águas singrar,<br />
Rumo àquele porto seguro<br />
E ancorar de novo<br />
No cais “Sem medo do Futuro”,<br />
Onde a minha ancora maior<br />
Ficou presa no fundo do teu coração…<br />
Hoje, venho só para te visitar<br />
Para quando chegares cá deste lado,<br />
Mas tu ainda estás muito recuado.<br />
A linha do horizonte,<br />
Funde-se com a penumbra<br />
Da neblina matinal,<br />
Limitando a minha visão,<br />
Mas longe… Bem ao longe,<br />
Ainda se vislumbra<br />
A vela de um barquinho<br />
Que como eu, anda solitário<br />
Sobre a tua vastidão.<br />
Também hoje não vejo<br />
As asas das gaivotas a pairar,<br />
Nem o seu grito para alertar<br />
Quando algumas sardinhas<br />
Fogem do seu cardume<br />
E ficam pela praia a saltitar.<br />
Mar!... Espera por mim amanhã,<br />
Que eu por ti, irei cá voltar.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/visitando-o-mar#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 22:38:46 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Gaiolas Douradas</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/gaiolas-douradas</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/gaiolas-douradas</guid>
		<description><![CDATA[<p>Não me prendas<br />
Tu, em gaiolas douradas<br />
Nem pretendas<br />
Cortar as minhas frágeis asas<br />
Que só querem alcançar<br />
O mais profundo infinito<br />
E elevar os meus sonhos<br />
Até às longínquas Estrelas.<br />
Deixa eu libertar<br />
Pelo espaço...um estridente grito<br />
Deixa a minha alma se alimentar<br />
De tudo ou de nada<br />
Porque eu sou como o Vento<br />
Que não conhece morada<br />
E como as ondas do Mar<br />
Em perpétuo movimento.<br />
Se me quiseres prender de verdade<br />
Deixa transparecer a tua emoção,<br />
Usa os laços da sinceridade<br />
E prende-me sim ao teu coração.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/gaiolas-douradas#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 22:36:21 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Cinzas e Achas</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/cinzas-e-achas</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/cinzas-e-achas</guid>
		<description><![CDATA[<p>Cinzas revoltadas, ofegantes<br />
Em espiral nuvem se levantam<br />
Contra as achas incandescentes<br />
Que num crepitar resfolegante<br />
De fortes labaredas carmesim<br />
Se consomem e se lamentam<br />
Ao extinguirem dentro de mim<br />
Remotas lembranças, ainda latentes.</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/cinzas-e-achas#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 22:33:43 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>FOLAR TRANSMONTANO ou BOLA DE CARNE</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/05/folar-transmontano-ou-bola-de-carne</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/05/folar-transmontano-ou-bola-de-carne</guid>
		<description><![CDATA[<p>INGREDIENTES:</p>
<p>1º – Fermento de padeiro 50grs</p>
<p>2º – 1 Colher de sopa de açúcar</p>
<p>3º - ½ Chávena de água morna</p>
<p>4º - 1 Kg de farinha s/fermento (de usos culinários)</p>
<p>5º - 12 Ovos</p>
<p>6º - ½ Colher de sopa de sal</p>
<p>7º - 2,5dl de azeite</p>
<p>8º - Carnes: Linguiça; Chouriço fumado; bacon; pernil fumado e outras a seu gosto… Cortadas em pedacinhos.</p>
<p>PREPARAÇÃO:<br />
Junte à água morna o açúcar e o fermento, deixe repousar por 5 minutos até o fermento começar a fazer espuma.<br />
Deite o quilo da farinha num alguidar e abra um buraco no meio. Junte o sal, o fermento já dissolvido na água com o açúcar e vá amassando, juntando os ovos e o azeite. A massa deve ficar bem amassada, até fazer bolhas. Se a massa estiver dura, junte mais um pouco de água morna até obter uma consistência e textura elástica ou seja até se despegar do fundo e das paredes do alguidar. Depois dá à massa uma forma de bola com ajuda de farinha. Tapa-se com um pano e por último com um cobertor, para levedar. Se for no Verão, dispensa-se o cobertor. A massa leva mais ou menos 2 horas a levedar.<br />
Unta-se com azeite ou margarina, um tabuleiro de ir ao forno, cujas medidas 35x27cm.<br />
Divide-se a massa em 3 porções. Forra-se o fundo do tabuleiro com uma camada, espalha-se uniformemente metade das carnes, cobre-se com a segunda porção da massa, espalha-se a restante carne e por último a terceira camada da massa.<br />
Pressiona-se com os dedos para que as carnes fiquem todas tapadas e unem-se bem as laterais para dar melhor forma e não abrir quando está a coser no forno.<br />
Finalmente pincela-se com gema de ovo ou azeite para ficar mais alourado.<br />
Vai a cozer no forno cerca de 25 a 30 minutos. O forno deve já estar bem aquecido. Depois de 15 minutos pode diminuir a temperatura para ficar bem cozido e não queimar.</p>
<p>Bom Apetite!<br />
São Tomé e Pinhal Dias<br />
Fev/2008
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/05/folar-transmontano-ou-bola-de-carne#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 23:40:30 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Dia dos Namorados</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/04/dia-dos-namorados</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/04/dia-dos-namorados</guid>
		<description><![CDATA[<p>Tua mão, na minha mão<br />
Teu olhar enfeitiçado<br />
Prendeste o meu coração<br />
Num laço bem apertado. </p>
<p>Essa rosa que me deste<br />
Desfolhei-a no teu leito<br />
E foi assim desse jeito<br />
Que meu coração prendeste.</p>
<p>Como é bom viver a vida<br />
Junto a ti, sempre abraçada<br />
A olhar-te embevecida<br />
Como eterna namorada.</p>
<p>Os teus olhos, meu bem-querer<br />
São como Estrelas sem Luar<br />
São caminhos p’ra percorrer<br />
São mistérios p’ra desvendar.</p>
<p>S.Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/02/04/dia-dos-namorados#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 17:02:33 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>POETAS</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/01/08/poetas</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/01/08/poetas</guid>
		<description><![CDATA[<p>Poetas, que vivem na utopia<br />
De querer mudar o Mundo.<br />
Que loucura tão sensata,<br />
Ver o Mundo em serenata…<br />
Feita de Amor e Alegria!...</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/01/08/poetas#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 08 Jan 2008 21:04:17 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>DIA DA MULHER</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/01/08/dia-da-mulher</link>
	<guid>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/01/08/dia-da-mulher</guid>
		<description><![CDATA[<p>Mulher!<br />
Frágil força da natureza,<br />
Como cristal que nunca se quebra!...</p>
<p>Mulher!<br />
Tu que tens o Mundo na mão,<br />
Não deixes que o coração<br />
Te derrube na fraqueza!...</p>
<p>Mulher!<br />
O Mundo não existiria sem ti<br />
Que tudo crias, que tudo alimentas;<br />
Como as vidas, os sonhos, as fantasias,<br />
Tudo por ti é gerado;<br />
Até o amor mais louco e ousado<br />
Vive nos teus olhos, sorrindo!... </p>
<p>Mulher!<br />
Não deixes de ser mulher,<br />
Não deixes de ser a mãe,<br />
Não deixes de ser a amiga,<br />
Não deixes de ser a ternura,<br />
Não deixes de ser a protectora,<br />
Não deixes de ser a dona e senhora,<br />
Do carinho e do amor,<br />
Que tudo vence na vida!...</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/01/08/dia-da-mulher#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 08 Jan 2008 21:03:09 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>FADO DO LADO DE CÁ</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/01/08/fado-do-lado-de-ca</link>
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		<description><![CDATA[<p>O gemido dolente da guitarra,<br />
Os acordes vibrantes da viola,<br />
A voz sentida do fadista<br />
E o fado se canta com garra<br />
Não nas vielas da Lisboa bairrista<br />
Mas num recanto da cidade de Amora!</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2008/01/08/fado-do-lado-de-ca#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 08 Jan 2008 21:01:46 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>CAMINHO ILUMINADO</title>
	<link>http://verdepoesia.nireblog.com/post/2007/12/29/caminho-iluminado</link>
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		<description><![CDATA[<p>Não precisei de ver a luz do teu olhar<br />
Para encontrar o caminho do teu coração!<br />
Há uma Estrela luminosa pairando sobre ele,<br />
Que me guia nessa direcção!...</p>
<p>São Tomé
</p>
<p><a href="http://verdepoesia.nireblog.com/post/2007/12/29/caminho-iluminado#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 29 Dec 2007 02:48:38 +0100</pubDate>	</item>
</channel>	
</rss>
 
